Os preços do café arábica encerraram essa quarta-feira (05) em queda na bolsa de Nova York. O primeiro vencimento, maio/10, teve queda de 15 pontos, fechando a 137,25 centavos de dólar por libra-peso. No mercado físico, a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 288,56, com leve valorização de 0,09%, segundo o indicador Cepea/Esalq. O mercado segue com poucos negócios.
Conab: produção brasileira deve atingir 47 mi de scs
Os números de café beneficiado no Brasil em 2010, de acordo com a segunda estimativa divulgada, nesta quinta-feira (6), pela Conab, apontam para uma produção de 47 milhões de sacas de 60 quilos. Esse valor representa aumento de19,2% ante as 39,5 milhões de sacas do ano passado.
Especialistas dão dicas de colheita e certificação
Durante o encontro de lançamento do Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do café Conilon de Cachoeiro de Itapemirim/ES, ocorrido nesta terça-feira (04), foram realizadas também três palestras técnicas, em que o diretor-presidente do Incaper e especialista em cafeicultura, Evair de Melo, deu direcionamentos aos produtores para que a qualidade dos grãos seja preservada no momento da colheita, que será realizada ainda este mês. O presidente da Cooperativa dos Cafeicultores do Sul do Estado do Espírito Santo (Cafesul), Carlos Renato Alvarenga, atestou a importância da sustentabilidade ambiental e social nas propriedades.
Colômbia: produção deve aumentar 50% em cinco anos
A produção de café da Colômbia deverá aumentar 50% nos próximos cinco anos para alcançar uma colheita de 14 a 15 milhões de sacas de 60 quilos sem aumentar a área cultivada, disse o gerente da Federação Nacional de Cafeicultores do país, Luis Genaro Muñoz. Para alcançar essa meta, é necessário, segundo Muñoz, renovar anualmente 70.000 hectares e manter os níveis de fertilização que ajudem a aumentar a produtividade.
Melhores Cafés do Brasil chegam ao mercado
São 12 marcas de café torrado e moído com blends elaborados a partir dos grãos dos lotes vencedores do 6º Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café, realizado em novembro passado. Criado pela ABIC - Associação Brasileira da Indústria de Café em 2004, o concurso, seguido da edição especial, têm como objetivo unir as duas pontas da cadeia produtiva - lavoura e torrefação - oferecendo ao consumidor brasileiro os melhores cafés cultivados e industrializados no país. A nova edição poderá ser encontrada nos principais supermercados e lojas gourmets do país a partir da segunda quinzena de maio.
CNA: estudo aponta erros no Censo Agropecuário 06
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) errou, quando divulgou o Censo Agropecuário 2006, ao criar a ilusão de que somente os agricultores familiares são responsáveis por alimentar a população. A denúncia foi feita, na última quarta-feira (05), pela presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, ao apresentar o estudo "Quem produz o que no campo: quanto e onde II".
quinta-feira, 6 de maio de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Brasil tem 100 mi de hectares sem proteção
Um estudo inédito elaborado pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a Universidade de Chalmers (na Suécia) aponta que, mesmo que todos os produtores rurais regularizassem suas terras e obedecessem ao Código Florestal, ainda sobrariam 100 milhões de hectares de vegetação não protegidos ambientalmente e que podem, portanto, sofrer desmatamento. A área equivale a quatro vezes o Estado de São Paulo.
Crédito rural é melhor aplicado desde a crise mundial
Mais de R$ 56,3 bilhões foram concedidos a produtores rurais, entre julho de 2009 e março de 2010, valor 26% superior ao aplicado no mesmo período da safra passada. A liberação, por meio de programas de investimento, foi superior a R$ 7,2 bilhões em março, atingindo os melhores níveis desde a crise financeira mundial (em 2008/2009) para a agricultura comercial. Os dados foram levantados pelo Departamento de Economia Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Deagri/Mapa).
UE decide retomar negociação com Mercosul
A União Europeia (UE) anunciou ontem (04) que decidiu relançar a negociação com o Mercosul para um acordo de livre comércio "amplo e ambicioso", que estima gerar 9 bilhões de euros em exportações a mais por ano. A negociação será relançada formalmente no encontro de cúpula UE-Mercosul, em Madri, na Espanha, no dia 17. Se fechado, será o maior acordo de livre comércio do mundo entre duas regiões, com 700 milhões de consumidores
Um estudo inédito elaborado pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a Universidade de Chalmers (na Suécia) aponta que, mesmo que todos os produtores rurais regularizassem suas terras e obedecessem ao Código Florestal, ainda sobrariam 100 milhões de hectares de vegetação não protegidos ambientalmente e que podem, portanto, sofrer desmatamento. A área equivale a quatro vezes o Estado de São Paulo.
Crédito rural é melhor aplicado desde a crise mundial
Mais de R$ 56,3 bilhões foram concedidos a produtores rurais, entre julho de 2009 e março de 2010, valor 26% superior ao aplicado no mesmo período da safra passada. A liberação, por meio de programas de investimento, foi superior a R$ 7,2 bilhões em março, atingindo os melhores níveis desde a crise financeira mundial (em 2008/2009) para a agricultura comercial. Os dados foram levantados pelo Departamento de Economia Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Deagri/Mapa).
UE decide retomar negociação com Mercosul
A União Europeia (UE) anunciou ontem (04) que decidiu relançar a negociação com o Mercosul para um acordo de livre comércio "amplo e ambicioso", que estima gerar 9 bilhões de euros em exportações a mais por ano. A negociação será relançada formalmente no encontro de cúpula UE-Mercosul, em Madri, na Espanha, no dia 17. Se fechado, será o maior acordo de livre comércio do mundo entre duas regiões, com 700 milhões de consumidores
Giro do Boi
05/05/10
Frigoríficos pressionam, mas escalas estão mais curtas
Nesta terça-feira, o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 81,64/@, com desvalorização de R$ 0,27. O indicador a prazo registrou alta de R$ 0,24, fechando a R$ 82,92/@.
MS: BB estuda nova linha de crédito para frigoríficos
A proposta que está sendo elaborada pelo Banco do Brasil (BB) em parceria com a Associação dos Frigoríficos de Mato Grosso do Sul (Assocarnes) para a criação de uma nova linha de crédito para atender a rede frigorífica do Estado está sendo vista com bons olhos pelo presidente do Fórum da Pecuária de Corte da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Antenor Nogueira.
Setor discute impactos da exportação de boi vivo
Segundo a coordenadora de agronegócios do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Rita de Cássia Vieira, a venda de bovinos vivos para o exterior interfere pouco na estabilidade do mercado interno brasileiro de carne resfriada ou congelada. Segundo ela, a atividade tem crescido de forma moderada e está concentrada basicamente no Pará.
Abipecs: UE e EUA devem abrir mercado de carne suína
O presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, afirmou nesta terça, dia 4, acreditar na abertura dos mercados da União Europeia e dos Estados Unidos para a carne suína de Santa Catarina ainda em 2010.
RS: distribuição de vacinas contra a aftosa atrasa
O atraso na entrega das vacinas contra a febre aftosa destinadas aos pequenos agricultores deve atrapalhar o início da campanha no Rio Grande do Sul, deflagrada no último sábado, dia 1º. As doses, que já deveriam ter chegado às coordenadorias regionais de agricultura, deverão ser entregues somente na próxima segunda, dia 10.
Brasil tem 100 mi de hectares sem proteção
Um estudo inédito elaborado pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a Universidade de Chalmers (na Suécia) aponta que, mesmo que todos os produtores rurais regularizassem suas terras e obedecessem ao Código Florestal, ainda sobrariam 100 milhões de hectares de vegetação não protegidos ambientalmente e que podem, portanto, sofrer desmatamento. A área equivale a quatro vezes o Estado de São Paulo.
05/05/10
Frigoríficos pressionam, mas escalas estão mais curtas
Nesta terça-feira, o indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 81,64/@, com desvalorização de R$ 0,27. O indicador a prazo registrou alta de R$ 0,24, fechando a R$ 82,92/@.
MS: BB estuda nova linha de crédito para frigoríficos
A proposta que está sendo elaborada pelo Banco do Brasil (BB) em parceria com a Associação dos Frigoríficos de Mato Grosso do Sul (Assocarnes) para a criação de uma nova linha de crédito para atender a rede frigorífica do Estado está sendo vista com bons olhos pelo presidente do Fórum da Pecuária de Corte da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Antenor Nogueira.
Setor discute impactos da exportação de boi vivo
Segundo a coordenadora de agronegócios do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Rita de Cássia Vieira, a venda de bovinos vivos para o exterior interfere pouco na estabilidade do mercado interno brasileiro de carne resfriada ou congelada. Segundo ela, a atividade tem crescido de forma moderada e está concentrada basicamente no Pará.
Abipecs: UE e EUA devem abrir mercado de carne suína
O presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), Pedro de Camargo Neto, afirmou nesta terça, dia 4, acreditar na abertura dos mercados da União Europeia e dos Estados Unidos para a carne suína de Santa Catarina ainda em 2010.
RS: distribuição de vacinas contra a aftosa atrasa
O atraso na entrega das vacinas contra a febre aftosa destinadas aos pequenos agricultores deve atrapalhar o início da campanha no Rio Grande do Sul, deflagrada no último sábado, dia 1º. As doses, que já deveriam ter chegado às coordenadorias regionais de agricultura, deverão ser entregues somente na próxima segunda, dia 10.
Brasil tem 100 mi de hectares sem proteção
Um estudo inédito elaborado pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a Universidade de Chalmers (na Suécia) aponta que, mesmo que todos os produtores rurais regularizassem suas terras e obedecessem ao Código Florestal, ainda sobrariam 100 milhões de hectares de vegetação não protegidos ambientalmente e que podem, portanto, sofrer desmatamento. A área equivale a quatro vezes o Estado de São Paulo.
Arantes deve demitir 1,3 mil funcionários - Giro do BoiJBS aposta na distribuição direta para aumentar margens - Giro do BoiCom escalas mais confortáveis frigoríficos forçam preços da arroba para baixo - Panorama do MercadoComunidade BeefPoint discute nova estratégia do JBS - Giro do BoiEUA: economista prevê preços recordes da carne bovina - Giro do BoiMG: Minerva inaugura planta em Campina Verde - Giro do BoiMercado segue pressionado e indicador cai para R$ 81,77 - Giro do BoiQuem tem medo das vans do JBS? - EditorialBM&FBovespa: Perspectivas para o Agribusiness 2010/11 - Giro do BoiUE deve avaliar flexibilização das regras para exportação de carne bovina - Rastreabilidade e Certificação
Cadeia discutirá financiamento da safra brasileira
O secretário de Produção e Agronergia, Manoel Bertone, informou ontem (04) que a cadeia produtiva do café vai se reunir na quinta-feira da semana que vem (13) para discutir o financiamento da safra 2010/11, cuja colheita já começou em algumas regiões produtoras. Conforme Bertone, a ideia é "aplicar mecanismos melhor protegidos".
Indústria e associação de produtores têm divergências
Lideranças do campo afirmam que falta reconhecimento e empenho do governo e da indústria em lutar pela precificação do café tanto no mercado interno quanto externo. O diretor executivo da ABIC, Nathan Herszkowicz, aponta e defende a posição da indústria de café, explicando os objetivos das ações promovidas pela associação.
Brasil tem 100 mi de hectares sem proteção
Um estudo inédito elaborado pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a Universidade de Chalmers (na Suécia) aponta que, mesmo que todos os produtores rurais regularizassem suas terras e obedecessem ao Código Florestal, ainda sobrariam 100 milhões de hectares de vegetação não protegidos ambientalmente e que podem, portanto, sofrer desmatamento. A área equivale a quatro vezes o Estado de São Paulo.
Crédito rural é melhor aplicado desde a crise mundial
Mais de R$ 56,3 bilhões foram concedidos a produtores rurais, entre julho de 2009 e março de 2010, valor 26% superior ao aplicado no mesmo período da safra passada. A liberação, por meio de programas de investimento, foi superior a R$ 7,2 bilhões em março, atingindo os melhores níveis desde a crise financeira mundial (em 2008/2009) para a agricultura comercial. Os dados foram levantados pelo Departamento de Economia Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Deagri/Mapa).
O secretário de Produção e Agronergia, Manoel Bertone, informou ontem (04) que a cadeia produtiva do café vai se reunir na quinta-feira da semana que vem (13) para discutir o financiamento da safra 2010/11, cuja colheita já começou em algumas regiões produtoras. Conforme Bertone, a ideia é "aplicar mecanismos melhor protegidos".
Indústria e associação de produtores têm divergências
Lideranças do campo afirmam que falta reconhecimento e empenho do governo e da indústria em lutar pela precificação do café tanto no mercado interno quanto externo. O diretor executivo da ABIC, Nathan Herszkowicz, aponta e defende a posição da indústria de café, explicando os objetivos das ações promovidas pela associação.
Brasil tem 100 mi de hectares sem proteção
Um estudo inédito elaborado pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a Universidade de Chalmers (na Suécia) aponta que, mesmo que todos os produtores rurais regularizassem suas terras e obedecessem ao Código Florestal, ainda sobrariam 100 milhões de hectares de vegetação não protegidos ambientalmente e que podem, portanto, sofrer desmatamento. A área equivale a quatro vezes o Estado de São Paulo.
Crédito rural é melhor aplicado desde a crise mundial
Mais de R$ 56,3 bilhões foram concedidos a produtores rurais, entre julho de 2009 e março de 2010, valor 26% superior ao aplicado no mesmo período da safra passada. A liberação, por meio de programas de investimento, foi superior a R$ 7,2 bilhões em março, atingindo os melhores níveis desde a crise financeira mundial (em 2008/2009) para a agricultura comercial. Os dados foram levantados pelo Departamento de Economia Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Deagri/Mapa).
Cafeicultor investe em certificação para exportar
Produtores que já atendem ao padrão de qualidade de mercados exigentes como Europa, Ásia e Estados Unidos podem ter na certificação socioambiental um novo diferencial para exportar. Esse tipo de certificação, que atesta o cumprimento de normas sociais e ambientais no processo de produção tem demanda crescente em países onde o consumidor busca e valoriza artigos que tenham sido produzidos respeitando esses princípios.
Café: preço praticamente estável no mercado interno
Os preços do café arábica encerraram essa terça-feira (04) em queda em Nova York e em alguns contratos da BM&FBovespa. No mercado físico os preços se mantiveram praticamente estáveis. A saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 288,29, com leve desvalorização de 0,08%, segundo o indicador Cepea/Esalq. A terça-feira (04) foi marcada por poucos negócios.
NY analisa aceitar entrega de arábica brasileiro
A Bolsa de Nova York (ICE Futures US) está considerando a possibilidade de adicionar o café arábica brasileiro (totalmente lavado ou semi-lavados) à lista de origens para entrega do contrato futuro "C".
Cadeia discutirá financiamento da safra brasileira
O secretário de Produção e Agronergia, Manoel Bertone, informou ontem (04) que a cadeia produtiva do café vai se reunir na quinta-feira da semana que vem (13) para discutir o financiamento da safra 2010/11, cuja colheita já começou em algumas regiões produtoras. Conforme Bertone, a ideia é "aplicar mecanismos melhor protegidos".
Indústria e associação de produtores têm divergências
Lideranças do campo afirmam que falta reconhecimento e empenho do governo e da indústria em lutar pela precificação do café tanto no mercado interno quanto externo. O diretor executivo da ABIC, Nathan Herszkowicz, aponta e defende a
Produtores que já atendem ao padrão de qualidade de mercados exigentes como Europa, Ásia e Estados Unidos podem ter na certificação socioambiental um novo diferencial para exportar. Esse tipo de certificação, que atesta o cumprimento de normas sociais e ambientais no processo de produção tem demanda crescente em países onde o consumidor busca e valoriza artigos que tenham sido produzidos respeitando esses princípios.
Café: preço praticamente estável no mercado interno
Os preços do café arábica encerraram essa terça-feira (04) em queda em Nova York e em alguns contratos da BM&FBovespa. No mercado físico os preços se mantiveram praticamente estáveis. A saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 288,29, com leve desvalorização de 0,08%, segundo o indicador Cepea/Esalq. A terça-feira (04) foi marcada por poucos negócios.
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A Bolsa de Nova York (ICE Futures US) está considerando a possibilidade de adicionar o café arábica brasileiro (totalmente lavado ou semi-lavados) à lista de origens para entrega do contrato futuro "C".
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Indústria e associação de produtores têm divergências
Lideranças do campo afirmam que falta reconhecimento e empenho do governo e da indústria em lutar pela precificação do café tanto no mercado interno quanto externo. O diretor executivo da ABIC, Nathan Herszkowicz, aponta e defende a
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